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DINHEIRO: Município recebeu R$ 2.230.666,62 via Banco do Brasil em fevereiro

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Janeiro passou, fevereiro se foi; chegou março! Nos 28  dias do segundo mês de 2017 o município de Araputanga recebeu R$2.230.666,62 (dois milhões, duzentos e trinta mil, seiscentos e sessenta e seis reais.

MUITO DINHEIRO

É muito dinheiro, mesmo que alguém considere o montante a partir da nota de maior valor do Real,  são 22.306 notas  de cem reais.

POUCO TRABALHO

Analisando e decompondo o mês de fevereiro temos quatro sábados, quatro domingos, os feriados do dia 02 (emancipação) e, do dia 28 (carnaval), foram apenas 20 dias úteis. Esse total será bastante diminuído, se descontarmos os diversos dias de chuvas que impediram a realização de trabalhos. A boa e necessária chuva com suas enxurradas, coloca à prova os serviços prestados à população no que diz respeito às estradas, pontes, bueiros e, malha asfáltica.

HAJA PACIÊNCIA

Até finalizar o período chuvoso o araputanguense vai exercitar a virtude da paciência e, passar por dificuldades, até que a nova gestão tenha oportunidade para, enfim começar a recuperar a urbanização da cidade cuja aparência sugere recordação de cenário para filme de terror; e vamos ver se vai começar mesmo, na medida em que promete e, conforme o povo espera.

Faça chuva, frio ou sol, o refrão da população vem sendo apenas murmúrio, lamento e falta de esperança. A batalha para tirar a cidade do buraco para onde foi levada nos últimos anos, sugere que  será árdua e, com muito esforço, gestão eficiente e eficaz, para quem sabe,  apagar da memória coletiva, tempos em que a gestão (prefeito e vereadores),  aparentemente não se preocuparam com o  progresso da cidade e o bem-estar do povo.

VEM DINHEIRO, PRESTE CONTAS

Aquele que se disponibilizou a ocupar o cargo público temporariamente, prometendo gerir bem ou fiscalizar adequadamente o dinheiro da população, deve ter a coragem de prestar contas, mesmo que de porta em porta, esclarecendo  como, onde e em quanto está o montante de dinheiro encaminhado ou arrecadado nas contas municipais, enquanto está bem respaldado no argumento que nada pode ser feito por causa das chuvas. Se não houver investimentos em obras é lógico que o dinheiro deve estar nas contas do Município.

JUSTA MEDIDA

O meio é a justa medida que equilibra extremos. Será  preciso compreender a extensão e o significado de tal expressão para ouvir outra “nota musical” sem refrão formado por  murmúrio e sem retórica de não posso fazer porque a condição do tempo impede; a justa medida tem de encontrar outro meio que justifique e demonstre como os recursos são investidos ou onde eles estão.

ONDE ESTÃO OS FISCAIS?

Os eleitores precisam tomar consciência e fazer a mea culpa (bater no peito e dizer, tenho culpa) se a cidade chegou à condição em que está e, cada um não procurou saber  as verdadeiras causas.

Além dos vereadores, as diversas categorias de profissionais (professores, contadores, advogados, administradores, jornalistas, motoristas, proprietários, entre outros) devem abandonar o comodismo e, cobrar os eleitos para  que representem de verdade e exerçam sua função para a qual são bem pagos. Foram os eleitos que pediram o voto de confiança para ocupar a função.

MÃOS À OBRA

Se é possível superar dificuldades como construir concreto no fundo de rios, com corredeira volumosa, chuvas não podem ser justificativas que imobilizem qualquer gestão; vamos lá:  mãos à obra.